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Blog do Dr. Paulo Christo
Encontre aqui as últimas novidades, pesquisas e orientações sobre doenças neurológicas


Menopausa pode acelerar a perda de volume cerebral na esclerose múltipla?
A transição menopáusica é associada a uma aceleração da perda de volume em áreas cerebrais ligadas à memória em mulheres com esclerose múltipla. A menopausa costuma ser discutida por seus efeitos mais conhecidos: ondas de calor, alterações do sono, mudanças de humor. Para mulheres com esclerose múltipla, porém, uma pergunta menos comentada começa a ganhar espaço na pesquisa científica. Será que essa transição hormonal também deixa marcas no cérebro, além dos sintomas já esper


8 em cada 10 idosos com demência no Brasil não sabem que têm a doença
A alta proporção de demência não diagnosticada entre idosos no Brasil reforça desigualdades no acesso ao diagnóstico e ao cuidado especializado em saúde. Um esquecimento aqui, uma dificuldade ali para lembrar um nome. Para muitas famílias, esses sinais em um idoso são vistos como parte natural do envelhecimento, algo que não precisa ser levado ao médico. Essa interpretação, no entanto, pode esconder um quadro de demência que já está instalado, mas que ninguém percebeu ainda.


Esclerose múltipla aumenta o risco de depressão e ansiedade após o parto?
Estudo associa esclerose múltipla a maior risco de depressão e ansiedade durante a gravidez e o primeiro ano após o parto A chegada de um filho costuma vir acompanhada de expectativas grandes: sobre a rotina, sobre o corpo, sobre os próprios sentimentos. Para mulheres com esclerose múltipla, essa fase carrega uma camada a mais de atenção. Muitas se perguntam como a doença vai se comportar durante a gravidez e o que muda depois que o bebê nasce. A preocupação, no entanto, quas


Por que o diagnóstico da esclerose múltipla pode demorar anos?
O intervalo entre os primeiros sinais e o diagnóstico da esclerose múltipla reforça a importância de reconhecer sintomas neurológicos recorrentes. Muitas pessoas convivem, por anos, com sinais discretos que parecem não ter explicação clara. Um formigamento passageiro. Um cansaço que não combina com a rotina. Uma visão que embaça por alguns dias e depois volta ao normal. Esses episódios costumam ser esquecidos, atribuídos ao estresse ou a outras causas comuns. Só mais tarde, q


Melatonina pode ajudar a prevenir crises de enxaqueca?
A relação entre melatonina, qualidade do sono e prevenção da enxaqueca reforça a importância do ritmo biológico na saúde neurológica. Quando se fala em melatonina, a maioria das pessoas pensa imediatamente em sono. Mas pesquisas recentes sugerem que seus efeitos podem ir além da regulação do ciclo do sono. Um estudo publicado recentemente mostrou que a melatonina foi mais eficaz do que o placebo na prevenção da enxaqueca, reduzindo a frequência e a duração das crises, além de


A esclerose múltipla pode acelerar o envelhecimento biológico?
Marcadores de envelhecimento biológico em crianças e adolescentes com esclerose múltipla podem ajudar a compreender melhor a progressão da doença ao longo da vida. Quando pensamos em envelhecimento, normalmente imaginamos algo que acontece ao longo de décadas. Mas a ciência vem mostrando que existe uma diferença importante entre idade cronológica e idade biológica. E um estudo recente trouxe uma pergunta intrigante: Será que a esclerose múltipla pode acelerar processos de env


Endometriose e enxaqueca: existe uma relação entre as duas doenças?
A associação entre endometriose e enxaqueca reforça a importância de uma avaliação integrada da saúde da mulher e das condições crônicas relacionadas à dor. Muitas mulheres convivem durante anos com dores intensas sem imaginar que elas podem estar conectadas. De um lado, a endometriose. Do outro, a enxaqueca. À primeira vista, parecem condições completamente diferentes. Mas pesquisas recentes mostram que elas podem ocorrer juntas com mais frequência do que se imaginava. E ess


Recebi um diagnóstico neurológico. Posso — e devo — começar a me exercitar?
A atividade física pode contribuir para a neuroplasticidade, a funcionalidade e a qualidade de vida após um diagnóstico neurológico, quando realizada de forma individualizada e segura. Receber um diagnóstico neurológico costuma trazer muitas dúvidas. Entre elas, uma das mais comuns é: “Ainda posso fazer exercícios?” Para muitas pessoas, o medo de piorar os sintomas acaba levando à redução das atividades físicas justamente em um momento em que o movimento pode se tornar ainda


Mulheres com esclerose múltipla recebem menos tratamento do que homens? O que as pesquisas revelam
Diferenças no acesso às terapias modificadoras da doença reforçam a importância de decisões individualizadas no tratamento da esclerose múltipla em mulheres. A esclerose múltipla afeta mais mulheres do que homens. Mas um estudo recente trouxe um dado que chamou atenção da comunidade neurológica: Mesmo apresentando a doença com frequência maior, mulheres podem ter menos acesso a terapias modificadoras da doença quando comparadas aos homens com o mesmo grau de gravidade. Essa d


Estilo de vida pode impactar mais a cognição do que medicamentos no Alzheimer inicial?
Atividade física, sono, alimentação e interação social podem exercer impacto significativo na saúde cerebral e na cognição ao longo do envelhecimento. Durante muitos anos, o tratamento da doença de Alzheimer esteve centrado principalmente em medicamentos. Mas novas pesquisas reforçam uma pergunta importante: E se mudanças no estilo de vida tiverem um impacto maior do que imaginávamos na saúde cerebral? Dados recentes apresentados na Academia Americana de Neurologia sugerem qu


Sintomas “estranhos” da esclerose múltipla que muita gente não associa à doença
Sintomas neurológicos menos conhecidos da esclerose múltipla reforçam a complexidade da doença e a importância de reconhecer manifestações além dos sinais clássicos. Quando se fala em esclerose múltipla, os sintomas mais conhecidos costumam ser: fadiga dormência alterações visuais Mas a doença pode se manifestar de formas muito mais complexas — e, às vezes, inesperadas. Veja relatos nos comentários deste post. Existem sintomas que fazem muitas pessoas se perguntarem:“isso tam


Sono na esclerose múltipla: pesquisas mostram que estratégias não medicamentosas podem ajudar significativamente
Intervenções comportamentais, atividade física e estratégias de regulação emocional podem contribuir para melhora da qualidade do sono na esclerose múltipla. Distúrbios do sono são extremamente comuns na esclerose múltipla. E o impacto vai muito além da noite mal dormida. Alterações no sono podem contribuir para: piora da fadiga dificuldade cognitiva piora do humor redução da qualidade de vida Agora, pesquisas recentes reforçam um ponto importante:nem toda melhora do sono dep


Fadiga na esclerose múltipla pode estar ligada a alterações no cérebro, cognição e depressão
Alterações cognitivas, emocionais e estruturais do cérebro podem estar diretamente relacionadas ao agravamento da fadiga na esclerose múltipla. A fadiga é um dos sintomas mais incapacitantes da esclerose múltipla. Mas ela ainda é frequentemente mal compreendida. Muitas pessoas escutam que é apenas “cansaço”, quando, na prática, o impacto pode ser muito mais profundo: físico cognitivo emocional Agora, novas pesquisas ajudam a entender por que a fadiga pode piorar ao longo do t


Doença de Parkinson: e se ela for muito mais do que um distúrbio do movimento?
Nova compreensão sobre a rede SCAN - Somato-Cognitive Action Network (em português “rede de ação somatocognitiva) sugere que a doença de Parkinson pode envolver circuitos cerebrais relacionados não apenas ao movimento, mas também à cognição, autonomia e comportamento. Quando se fala em doença de Parkinson, a maioria das pessoas pensa em: tremores rigidez lentidão nos movimentos E faz sentido. Esses são alguns dos sinais mais conhecidos da doença. Mas há um detalhe importante:


Enxaqueca em mulheres ainda é subdiagnosticada — e isso fez uma importante sociedade médica mudar suas recomendações
Rastreamento precoce da enxaqueca em meninas e mulheres pode reduzir o subdiagnóstico e melhorar o controle da doença ao longo da vida. Dor de cabeça frequente ainda é normalizada para muitas mulheres. Na adolescência, costuma ser vista como “hormonal”.Na vida adulta, como consequência do estresse, da rotina ou da sobrecarga. Mas pesquisas mostram que esse cenário tem um problema importante:a enxaqueca continua sendo subdiagnosticada e subtratada. E foi exatamente por isso qu


Ter um cachorro pode ajudar a proteger o cérebro do envelhecimento?
Associação entre convivência com cães, atividade física e menor isolamento social reforça fatores ligados à proteção da saúde cerebral no envelhecimento. A relação entre saúde cerebral e estilo de vida vem sendo cada vez mais estudada pela ciência. Mas uma pesquisa recente chamou atenção por um motivo específico:ela investigou se ter um animal de estimação poderia influenciar o risco de demência. E os resultados trouxeram um dado curioso. Segundo as pesquisas, idosos que conv


Medicamentos para diabetes podem ajudar na enxaqueca? O que a ciência começa a mostrar
Associação entre agonistas de GLP-1 e melhora da enxaqueca reforça a relação entre metabolismo, inflamação e função neurológica. Nos últimos anos, alguns medicamentos ganharam destaque por um motivo específico: perda de peso. Mas a ciência começa a apontar outro possível efeito — e ele envolve o cérebro. Pesquisas recentes sugerem que medicamentos conhecidos como agonistas do receptor GLP-1 podem estar associados à melhora da enxaqueca crônica. E isso abre uma nova perspectiv


Quando parar de trabalhar após um diagnóstico neurológico: o que realmente deve ser considerado
Impacto dos sintomas neurológicos na capacidade de trabalho reforça a importância de decisões individualizadas ao longo da doença. Receber um diagnóstico neurológico muda mais do que a saúde. Muda a rotina, os planos — e, muitas vezes, a relação com o trabalho. Uma das dúvidas mais difíceis nesse processo é:quando é o momento de parar? A resposta não é simples.E raramente é imediata. Trabalhar ou parar não é uma decisão apenas médica O estudo mostra que a decisão de parar de


Esclerose múltipla na infância: por que o diagnóstico e o tratamento exigem um olhar diferente
Esclerose múltipla pediátrica evidencia a importância do diagnóstico precoce e de estratégias terapêuticas voltadas ao desenvolvimento neurológico. A esclerose múltipla costuma ser associada à vida adulta. Mas ela também pode começar na infância e adolescência — e, nesses casos, o impacto pode ser ainda mais complexo. Isso porque o cérebro ainda está em desenvolvimento. E a doença acontece exatamente nesse momento. O que muda quando a esclerose múltipla começa na infância A e


Esclerose múltipla, depressão e cognição: o que realmente impacta a qualidade de vida
Impacto da depressão e da cognição na esclerose múltipla evidencia a necessidade de uma abordagem integrada para melhorar a qualidade de vida. Quando se fala em esclerose múltipla, a atenção costuma estar nos sintomas físicos. Mas a ciência mostra que o impacto da doença vai muito além do corpo. Depressão e alterações cognitivas podem ter um peso silencioso — e, muitas vezes, decisivo — na qualidade de vida. A esclerose múltipla não afeta apenas o corpo A esclerose múltipla é
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